Zema volta a defender privatização, Petrobras e o Banco do Brasil estariam incluídos

O pré-candidato à Presidência da República pelo partido Novo, Romeu Zema, voltou a defender nesta segunda-feira, 15, a agenda de privatizações no País. Durante participação em painel do Fórum Rumos do Brasil, organizado pela revista Veja, ele disse que pretende “privatizar tudo” e que essas receitas seriam direcionadas para reduzir a dívida pública.

Zema não citou nominalmente quais empresas pretende privatizar, mas, em evento na última semana, em São Paulo, o coordenador para a área econômica do Novo nestas eleições, Carlos da Costa, disse que a Petrobras e o Banco do Brasil estariam incluídos nesse plano de privatizações.

“Se privatizar, o dinheiro vai para abater dívida. Só nisso teremos uma economia gigantesca. A dívida pública está caminhando para R$ 10 trilhões e, com essa taxa de juros, o governo está gastando R$ 1,5 trilhão por ano de juros”, disse Zema.

O ex-governador de Minas também criticou o nível de gastos que as emendas parlamentares tomaram do Orçamento e defendeu um maior controle na concessão de benefícios sociais.