No Dia do Trabalhador, Marina Silva defende fim da escala 6×1: ‘Garanto que o Brasil não quebra’

Marina Silva foi anunciada no evento como pré-candidata ao senado por São Paulo. A vaga que ela disputa com o ex-ministro Márcio França, no entanto, ainda não está definida.

De certo, apenas a candidatura ao Senado da ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet. Em discurso, ela ainda defendeu o fim da escala 6×1 e disse que a medida cabe no orçamento:

“Eu garanto para vocês, está aqui quem mais entende de economia atual no Brasil, que foi ministro da Fazenda até recentemente, eu, ministra do Orçamento Brasileiro. Eu garanto para vocês que o Brasil não quebra, como não quebrou quando a gente passou de 15 dias de férias para 30 dias, como não quebrou com o 13º, com horas extras e como não vai quebrar com este avanço extraordinário que foi a aprovação do projeto da licença paternidade.”

As centrais sindicais investiram em eventos descentralizados, e não mais um grande ato único.

Na Praça Roosevelt, também no Centro, o foco de outra manifestação foi o fim da escala 6×1, com a presença deputada federal Érika Hilton, do PSOL, autora de uma das PECs sobre o tema.

Em sua fala, ela foi mais enfática que os ex-ministros do governo Lula nas críticas ao Congresso:

“Este Congresso que é, sim, inimigo do povo brasileiro, inimigo da classe trabalhadora, inimigo dos avanços sociais, um Congresso que só quer pensar em benefício pra si próprio ou pros bandidos que tentaram um golpe de Estado neste país. Hoje, a classe trabalhadora toma as ruas do Brasil inteiro pra dizer, basta de escala seis por um, é sem anistia, é sem dosimetria.”

Já a Central Única dos Trabalhadores organizou uma manifestação no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, com show de Glória Groove. Não houve ato das centrais sindicais na Avenida Paulista por um veto da Polícia Militar.