Veja os candidatos mais ricos que estarão nas urnas em 2026

De multimilionários a “bilionários por engano”: as eleições de 2026 terão, nas urnas, candidatos com as mais variadas contas bancárias – desde os mais abastados, com patrimônios astronômicos que superam a casa das dezenas de milhões, até aquela fatia de concorrentes às urnas que afirma não possuir um único centavo em bens ou ativos financeiros para declarar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- 1º – Luiz Osvaldo Pastore (PL-TO), primeiro suplente na chapa de Eduardo Gomes (PL-TO) ao Senado pelo Tocantins, declarou R$ 677,7 milhões em bens, incluindo mais de R$ 220 milhões em cotas de empresas.
Em novembro de 2025, o nome de Pastore apareceu na mídia após o empresário usar um jatinho particular que levou o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Lima, no Peru, para assistir à final da Copa Libertadores.
2º – Antídio Lunelli (MDB-SC), candidato ao Senado por Santa Catarina, declarou R$ 613,2 milhões à Justiça Eleitoral. Atualmente no cargo de deputado estadual, Lunelli é empresário do setor têxtil e declarou ter R$ 456,5 milhões em participações de empresas.
3º – Otaviano Pivetta (Republicanos-MT), candidato ao governo de Mato Grosso, declarou R$ 575,68 milhões em bens. Pivetta é o atual governador de Mato Grosso, candidato à reeleição. A maior parte do patrimônio declarado vem de aplicações financeiras e cotas de empresas.
4º – Fernando Irineu (PDT-SP), candidato a deputado estadual por São Paulo, declarou R$ 501 milhões ao TSE. Fernando Irineu de Souza, de nome de urna “Fê”, declarou ter R$ 500 milhões por ser proprietário de 10% do “Community token a ser lançado em breve do jornal super heróis news”.
5º – Leonardo Avalanche (PRTB), candidato a vice-presidente na chapa de Pablo Marçal (PRTB), declarou R$ 495,2 milhões em bens à Justiça Eleitoral. Marçal está inelegível e a candidatura ainda será analisada pela Justiça. A maior parte do patrimônio declarado de Leonardo Avalanche – R$ 491 milhões – vem de investimentos em criptomoedas.
6º – Wilson Picler (PL-PR), primeiro suplente na chapa de Deltan Dallagnol (Novo-PR) ao Senado pelo Paraná, declarou R$ 478,68 milhões ao TSE. Professor Picler tem a maior parte do patrimônio declarado em participações de empresas.
7º – Odilio Balbinotti (PL-MT), primeiro suplente na chapa de José Medeiros (PL) ao Senado por Mato Grosso, declarou R$ 359,7 milhões ao TSE. A maior parte do patrimônio declarado (R$ 266 milhões) consta na empresa Atto Participações S/A.
8º – Vittorio Medioli (PL-MG), candidato a deputado estadual por Minas Gerais, declarou ter R$ 356,8 milhões em bens. Ex-deputado federal, Vittorio tem a maior parte de seu patrimônio declarado em participações de empresa e aplicações financeiras.
9º – Misael Varella (PSD-MG), primeiro suplente na chapa de Carlos Viana (Podemos) ao Senado por Minas Gerais, declarou R$ 315,2 milhões à Justiça Eleitoral. Deputado federal, Misael Varella é do setor agrícola e tem a maior parte do patrimônio concentrado em propriedades rurais.
10º – Dudu Potencial (Republicanos), primeiro suplente na chapa de Alexandre Curi (PSD) ao Senado pelo Paraná, declarou R$ 281 milhões ao TSE. A maior parte está em participações de empresas e aplicações financeiras.

