Pastor demitido após apresentar 88 atestados alegou intolerância religiosa

O operador de produção de uma empresa automotiva que apresentou atestados médicos para justificar ausências ao emprego, mas foi flagrado exercendo atividades como pastor nos períodos de afastamento, alegou que a empresa violou seu direito à liberdade religiosa ao utilizar as atividades desempenhadas na igreja como fundamento para o desligamento.

A decisão de demissão por justa causa, da 2ª Vara do Trabalho em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, se baseia na informação de que o trabalhador apresentou 88 atestados médicos ao longo de 2025, com recomendações que incluíam repouso, afastamento das atividades profissionais e restrições a esforços físicos.