Guedes admite volta de auxílio emergencial, mas para menos pessoas
Após ser cobrado pelo novo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o ministro da Economia, Paulo Guedes, se manifestou na noite desta quinta-feira (4/2) sobre o auxílio emergencial. A retomada do benefício é defendida pelo senador, que fez hoje sua primeira visita ao ministro depois de ser eleito para um mandato de dois anos na última segunda-feira (1º/2). Antes dele, Guedes recebeu o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), num gesto de reaproximação do Congresso.
“O auxílio emergencial, se nós dispararmos as cláusulas necessárias, dentro de um ambiente fiscal robusto, mais focalizado, em vez de R$ 64 milhões pode ser a metade disso, porque a outra metade retorna para os programas sociais já existentes. Isso nós vamos nos entender rapidamente, porque a situação do Brasil exige essa rapidez”, afirmou o ministro.
O ministro disse que se o Congresso acionar o estado de calamidade, “temos condição de reagir”, mas observou que para isso é preciso cortar outras despesas. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) emergencial prevê cortes em gastos do governo, principalmente com servidores (redução de jornada e salários, por exemplo).

