
O número de pessoas que moram sozinhas quase dobrou nos últimos 10 anos no Acre. É o que diz a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nessa sexta-feira (17). O total saltou de 24 mil pessoas em 2016 para 46 mil em 2025, representando um aumento de 91,6%. A maioria é formada por homens.
Segundo o levantamento, prevalece a população entre 15 e 29 anos neste cenário, seguido das pessoas de 60 anos ou mais, e a faixa etária entre 15 e 29 anos na terceira posição.
Dentre os mais 319.321 domicílios no estado, os 46 mil que são ocupados por um único morador, as chamadas unidades domésticas unipessoais, representam cerca de 14,4% do total de residências no Acre. Desde 2016, o percentual de domicílios próprios vem diminuindo.
Segundo o levantamento, em 2016, 9 mil homens entre 30 e 59 anos moravam sozinhos. Já as mulheres da mesma faixa etária somavam 4 mil.
Em 2025, o montante mais que dobrou, visto que saltou para 18 mil homens e 6 mil mulheres vivendo de forma unipessoal.
Mulheres sozinhas
O índice de mulheres que não moram com parceiros(a) ou familiares e vivem sozinhas tem aumentado.
Em 2016, juntando as mulheres de 15 a 60 anos ou mais, o montante chegava a apenas 8 mil.Já em 2025, o número de mulheres da mesma idade que moravam sozinhas subiu para 18 mil, um aumento de 125% em 10 anos.
Entre os anos que registraram apenas mil mulheres morando sozinhas nos últimos 10 anos, conforme a pesquisa, estão: 2016 e 2022, ambos por mulheres de 15 a 29 anos.
Entre os anos que mais registram pessoas vivendo de forma unipessoal estão 2025, onde 46 mil pessoas decidiram viver em solitude, 2024 com 43 mil e 2023 com 38 mil pessoas, e a tendência é de ascensão ao estilo de vida sozinho.
g1

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