O levantamento revela que quase R$ 170 milhões já foram utilizados pelo governo do Estado para minimizar os efeitos da pandemia em território acreano. Esses recursos fazem parte de um montante de mais de R$ 250 milhões em caixa que vieram de setores como a Secretaria de Atenção Primária à Saúde, a Secretaria de Atenção Especializada à Saúde e do Sistema de Vigilância em Gestão, todos do Ministério da Saúde.
Até o último dia 5 de abril, a receita para o Acre era de R$ 255.833.570,00, dos quais, pelo menos R$ 168.939.072,59 já tinham sido gastos, permanecendo um saldo de R$ 86.894.497,41.
Os demonstrativos por fontes de recursos revelam um pouco da grandiosidade que é a mobilização em torno da guerra contra o vírus, ainda em 2020. No ano passado, no primeiro ano da pandemia, somente em recursos de Fonte 400, por exemplo, foram utilizados R$ 100.337.565. Todos, contratos para a atenção de média e de alta complexidade, ambulatorial e hospitalar, num período compreendido entre o dia de 16 de março e 31 de dezembro.
As receitas pagas originárias de Fonte 900 ultrapassaram os R$ 85 milhões. Esse recurso em especial tem como base a lei complementar nº 173, de 27 de maio de 2020, que estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, alterando a lei complementar nº 101, de 4 de maio de 2000. O dispositivo foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Pelo menos 844 contratos foram firmados pela Sesacre com empresas e fornecedores, desde que a Organização Mundial de Saúde decretou a pandemia. Eles são referentes a pregões presenciais, contratos de dispensa de licitação, processos de aquisição de material laboratorial para atender às unidades de saúde, aquisição de material médico-hospitalar e até de equipamentos de última geração como é o aparelho automatizado para biologia molecular com extrator de DNA e RNA.

Entre as primeiras ações ainda em 2020, estiveram a ampliação das alas para a Covid-19 no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, a revitalização das enfermarias do Hospital de Campanha dentro do Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre, o Into-AC, e a compra de insumos, como medicamentos e equipamentos de proteção e médico-hospitalares aos profissionais.
Informações/Governo do Acre


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