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Após mal-estar com direção nacional, Rede-SP defende pré-candidatura de Marina

A Rede-SP defendeu a pré-candidatura de Marina Silva ao Senado, após um mal-estar com a direção nacional da Rede Sustentabilidade. A posição foi divulgada em nota nesta quarta-feira (22).

Em nota, o partido acusou Marina de se recusar a dialogar com o diretório e negou ter cogitado sua saída.

A Executiva Estadual da Rede-SP adotou tom diferente e destacou a trajetória da ex-ministra como uma das maiores referências éticas e políticas do Brasil e do mundo.

“Sua trajetória, marcada pela coerência e pela defesa intransigente da vida, da democracia e da sustentabilidade, a projeta como uma liderança indispensável em um tempo que exige coragem política e visão de futuro”, diz a nota.

A nota também manifesta apoio à pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo e reafirma compromisso com o projeto político liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A Rede-SP ainda faz críticas à gestão do governador Tarcísio de Freitas, apontando desafios agravados pelo atual governo e defendendo a retomada da capacidade de planejamento, o fortalecimento de políticas sociais e o enfrentamento das desigualdades.

Por fim, a sigla destaca a importância do fortalecimento do campo democrático e progressista, incluindo as pré-candidaturas da federação com o PSOL, e afirma que o posicionamento ocorre no âmbito do debate público e em respeito à legislação eleitoral.

Marina mira vaga no Senado por SP

A ex-ministra do Meio Ambiente decidiu colocar seu nome à disposição para disputar o Senado por São Paulo. A ambientalista indicou que pretende concorrer à segunda vaga na chapa encabeçada por Fernando Haddad ao governo do estado. A primeira vaga já está ocupada por Simone Tebet, atualmente filiada ao PSB.

“Coloco meu nome à disposição do debate dentro do nosso campo político para representar a Federação liderada pelo PSOL, na segunda vaga para o Senado, ao lado de Simone Tebet”, afirmou em nota.

Marina ainda destacou o compromisso com a construção de uma aliança ampla no campo progressista. “Esta decisão reafirma o compromisso com a construção de um campo democrático plural, diverso e dedicado a criar um novo ciclo de prosperidade”, escreveu.

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