Ex-senadora pelo Acre, Marina Silva deverá concorrer uma vaga na Câmara Federal
O objetivo da estratégia de lançar nomes conhecidos para Câmara pode mudar conforme a realidade dos partidos e dos pré-candidatos. Depois de três eleições seguidas como presidenciável, Marina Silva vai tentar se eleger deputada dessa vez para garantir a sobrevivência do partido que fundou, a Rede Sustentabilidade.
Em 2018, a sigla não atingiu a votação mínima estabelecida pela cláusula de desempenho e, como consequência, ficou sem recursos públicos para financiar suas atividades e tempo gratuito de rádio e TV nas eleições. A Rede hoje tem apenas dois deputados federais, número menor que os 11 que serão exigidos em 2022 pela regra.
Para ajudar Marina nessa missão, o partido também lançará a ex-presidenciável (2006) Heloísa Helena para a Câmara. Ela já havia tentado em 2018, mas não foi eleita. “São lideranças que podem ser importantes para o partido ter uma votação que permita a ele sobreviver no Legislativo e consequentemente ter fundo partidário e ter fundo eleitoral”, afirmou Couto.
Na avaliação de Creomar de Souza, da consultoria Dharma, o resultado da eleição de 2020 também representa muito mais uma rejeição a nomes pouco experientes da política do que uma aposta nos caciques partidários.
Com exclusividade o noticiasacreana.com e o acregora.net, vem pautando esse assunto nas páginas desde 2021, Marina deve mesmo concorrer uma vaga na Câmara Federal.

