Polícia afirma que ameaças a escolas no Acre não eram reais e intenção era brincar com o psicológico das pessoas

O delegado Roberth Alencar, que estava à frente da Operação Escola Segura, apresentou aos deputados a atuação da PCAC com números de celulares apreendidos, perfis de redes sociais identificados, condução de suspeitos à delegacia, entre outros elementos probatórios que levaram à polícia a chegar até os autores dos perfis.

“Desenvolvemos um trabalho intenso durante esses mais de 20 dias, que resultou em 30 boletins de ocorrência (BO) registrados, 21 pessoas conduzidas à delegacia para prestarem esclarecimentos e 19 apreensões e 40 perfis identificados, desses quatro estão em processo de investigação”, explicou Roberth Alencar.

“Quero enaltecer a parceria com o Judiciário, com as análises das medidas cautelares nos plantões, pois todos os procedimentos para as oitivas policiais ocorreram de forma célere. E vale ressaltar que no Acre nenhum dos casos foi de uma ameaça real, mas quem fez o uso das redes sociais para brincar com o psicológico das pessoas irão responder por atos infracionais”, comentou Henrique Maciel.