
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP), afirmou nesta sexta-feira (20) que está disposta a construir uma candidatura para o Senado, mas que a discussão sobre nomes para uma chapa da esquerda será feita por diversas lideranças partidárias na busca pelo o que “é melhor para São Paulo e para o Brasil”.
Segundo ela, uma frente ampla da esquerda está unida em torno de um projeto político que defenda políticas “civilizatórias”. Ela destacou o combate ao feminicídio e à mudança do clima como debates fundamentais, tanto na esfera estadual quanto nacional.
“Para dar um basta é preciso reconhecer a igualdade de direitos das mulheres. Devemos estar mobilizadas”, afirmou.
Mudança de partido
Questionada sobre uma possível mudança de partido, em meio a um racha dentro da Rede Sustentabilidade, Marina afirmou que sua prioridade é se manter na legenda.
“Meu esforço, nesse momento, é de manter a Rede Sustentabilidade. Tem uma divergência interna, que é forte. Eu estou focada em preservar os princípios e valores da Rede”, destacou.
Desde o ano passado, o partido do qual Marina Silva é cofundadora passa por uma disputa interna entre os membros liderados por ela e pela ex-senadora Heloisa Helena. Há negociações em andamento para que a ministra migre para outra sigla. PT, PSOL e PSB estariam entre as legendas cogitadas por ela.

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