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Brasileiros são afastados da (UAP) por suposta falsificação de documentos, Reitor diz que não tolera corrupção, extorsão e assédio

Após vários debates, investigações, auditoria, docente e 26 alunos, sendo 25 brasileiros, suspensos da Universidade Amazônica de Pando (UAP) por supostas falsificações de documentos , parece que em 2022, a instituição de ensino superior localizada em cobija Bolívia, irá adotar novas práticas, ao menos é o que vem dizendo e pregando a direção e reitoria atual.

“Fomos claros quando falamos que NÃO vamos tolerar atos de CORRUPÇÃO de qualquer espécie, por isso, nossa mão não tremeu para suspender suas funções laborais como medida cautelar para o devido processo legal durante a investigação do professor que fez dura cobranças irregulares aos alunos, em troca de uma nota, diversos áudios são usados ​​como prova ”, disse o reitor.

A (UAP), desde sua fundação, sempre teve presença forte de acadêmicos brasileiros em diversas carreiras, sobretudo a carreira de medicina, as denúncias de assédio sexual e extorsão eram comuns, mas, não passavam da porta pra fora ou de uma roda de amigos.

A mudança na forma de denunciar por parte de alguns acadêmicos, provocou uma reação enérgica naqueles que possuem o poder de decisão e podem limpar uma imagem de dúvidas e muitas vezes obscura.

“Agradeço aos bravos alunos que nutriram a pesquisa com evidências, não duvide que garantimos sua proteção”, Finalizou Miranda

Na semana passada, membros da Comissão de Auditoria da carreira de Medicina, entregaram documentação às autoridades da UAP, anexaram também gravações de áudios e outros elementos onde alegadamente envolvem um professor numa alegada cobrança irregular em troca da aprovação da matéria. A identidade do professor é mantida em reserva, o processo continua aberto para receber reclamações de professores e alunos.

 

Corrupção

Uma ‘auditoria acadêmica’ realizada na carreira de Medicina da Universidade Amazônica de Pando (UAP) descobriu irregularidades e indícios de corrupção, como retificação de notas em favor de mais de 170 reprovados, liberação de matrícula de vários brasileiros.

 

Franz Navia, e o vice-reitor, Oscar Melgar, respaldados pelo  Conselho Universitário (HCU) formaram duas comissões para apurar as denúncias surgidas na atual gestão de supostos atos de corrupção, assédio sexual e outros crimes cometidos no decorrer da carreira, em seguida foi determinado uma auditoria acadêmica.

 

As tarefas encomendadas duraram cerca de três meses, com resultados surpreendentes que revelam uma série de irregularidades.

 

 

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