
A Groenlândia rejeitou categoricamente a ideia de se tornar um território dos Estados Unidos depois que o presidente americano, Donald Trump, ameaçou novamente usar a força para anexar o território autônomo dinamarquês, rico em minerais.
O magnata republicano afirma repetidamente que o controle da ilha é “crucial” para a segurança nacional dos EUA devido ao aumento da atividade militar russa e chinesa no Ártico.
Na sexta-feira, em uma reunião com executivos da indústria petrolífera focada na exploração de petróleo venezuelano, o presidente advertiu que alcançaria seu objetivo na Groenlândia “por bem ou por mal”.
Os líderes dos cinco partidos no Parlamento da Groenlândia responderam na mesma sexta-feira à noite: “Não queremos ser americanos, não queremos ser dinamarqueses, queremos ser groenlandeses”.
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